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Show Maria Gadú – Palco MPB, Teatro Rival. 21/09/09

(Por Dani Wachsmuth)
Segunda feira, frio e chuva fina. Ninguém imaginaria que o Teatro Rival ficaria lotado sob tais circunstâncias, mas, ficou. Óbvio! Na fila de entrada, pessoas agasalhadas e com seus respectivos guarda-chuvas. Cara feia? Nem pensar! Sorrisos estampados à espera de um belo show.

Com um pequeno atraso, Maria Gadú e seus parceiros surgem no palco. Cada um se posiciona em seu devido lugar e ela, claro, senta em seu banquinho de pernas cruzadas. Fernando Mansur, da MPB Fm, entra em cena. Apresenta a artista ao público e, enfim, o show começa. A cada três musicas cantadas, é feito um intervalo para que ele possa fazer perguntas dos ouvintes. Ela responde a todas com muita simpatia e em meio a muitos risos. Conta até a história dos dois biquinis, um shortinho e uma regata. (Não viu? Clique AQUI para ver.)

E assim seguiu-se o show. Nesse clima descontraído e gostoso. Com o público cantando com força a cada música e aplaudindo de pé no fim.
PS: O show foi gravado e transmitido pela Rádio MPB FM. Caso você não tenha escutado na terça feira, pegue caneta e papel e anote o lembrete: Sábado de 20h às 21h, showzaço da Gadú! Se você for de fora do Rio, escute a radio online: http://www.mpbfm.com.br/ e divirta-se.

Nova Brasil FM - Juliana Molino

20 de setembro de 2009
Maria Gadú...

postado às 10h26 por Juliana Molino | 5 comentários

Na última 4ªfeira, a cantora e compositora Maria Gadú esteve no Radar! Fiquei impressionada com o talento dessa garota de apenas 22 anos, tímida...mas com uma voz maravilhosa!

Ela é paulistana, e começou super cedo...aos 14 anos já se apresentava em barzinhos. No final de 2008, de passagem pelo Rio de Janeiro, foi apresentada ao diretor Jayme Monjardim, que ficou admirado com o seu potencial.

"Foi tudo muito rápido", afirma Gadú. Ela gravou algumas músicas para a minissérie "Maysa" e até apareceu em alguns capítulos. Ainda no Rio, fez uma temporada de shows e, em poucos meses, todos queriam saber quem era a dona daquela voz madura, daquele som diferente. Na platéia das apresentações, nomes como Milton Nascimento, Caetano Veloso e Ana Carolina!

O álbum de estréia da Maria Gadú é bem autoral e saiu no início deste ano. “Bela Flor”, “Dona Cila” e “Tudo Diferente” foram as músicas que mais gostei!

Ouça e depois me diga o que achou...

A faixa “Shimbalaiê”, está na trilha sonora da nova novela das 8, “Viver a Vida”, e foi composta pela cantora quando ela tinha apenas 10 anos!

Beijos, até mais...

Jú Molino

http://www.novabrasilfm.com.br/blog/juliana-molino/maria-gadu/

Gilberto Gil e Maria Gadú no mais novo DVD de Ana Carolina

ana_gil_guandu

Ana Carolina gravará seu novo DVD no próximo dia 26. Baseado no seu mais recente disco, N9ve, o vídeo terá dois convidados especiais: o mestre Gilberto Gil, que dividirá os vocais com Ana em Torpedo, e a cantora novata Maria Gadú (detalhe acima), que cantará um blues, de autoria da Ana, que foi excluído do disco na mixagem.

Fonte: Blog Cantadas

CD: "Maria Gadú" (Maria Gadú) - Um bom começo

Matéria postada no site SRZD - http://www.sidneyrezende.com/noticia/49669 por Luiz Felipe Carneiro 04/08/2009 09:59

CD:

Um dos nomes mais (bem) falados ultimamente no mercado fonográfico nacional é o de Maria Gadú. Com um álbum recém-lançado pelo selo SLAP (da Som Livre, que se esmerou no bonito projeto gráfico do disco), a cantora provou que a "hypação" em cima de seu nome é justificável. "Maria Gadú", o álbum, de fato, apresenta uma cantora com uma ótima voz, muita personalidade e excelentes canções. Nele, Maria Gadú se mostra absolutamente "pronta", apesar de seus (apenas) 22 anos de idade.

O nível de algumas composições chega a impressionar. O samba "Altar Particular", por exemplo, dá a impressão de ter sido composto por algum bamba do samba. (É o tipo do samba que já nasceu clássico.) Mas basta olhar o encarte do CD para ler o nome de Maria Gadú estampado ao lado da bela letra que fala de decepção amorosa sem apelar para clichês - o que, diga-se de passagem, seria natural para uma pessoa com 22 anos de idade. Outro bom exemplo que prova a maturidade artística de Maria Gadú é "Shimbalaiê", que, com o seu acento afro, é uma das faixas mais deliciosas do disco.

Outro destaque do álbum produzido por Rodrigo Vidal é "Dona Cila", composta por Maria Gadú para a sua falecida avó, a quem, aliás, o álbum é dedicado. A letra, comovente ("Ó, meu Pai do Céu, limpe tudo aí / Vai chegar a rainha / Precisando dormir / Quando ela chegar / Tu me faça um favor / Dê um banto a ela / Que ela me benze aonde eu for"), mais uma vez impressiona por não ter esbarrado em clichês previsíveis para esse tipo de composição. Além da letra, "Dona Cila" tem uma singela melodia, puxada no acordeom de Kiko Horta.

Inclusive, na maior parte de seu álbum de estreia, Maria Gadú optou por uma sonoridade delicada, que, às vezes, ultrapassa a barreira do brejeiro, como acontece em "Linda Rosa" e na faixa de abertura "Bela Flor". Já "Laranja", que conta com a participação especial de Leandro Léo, é a mais pop do álbum, e, talvez por isso, uma das mais fracas do repertório.

Apesar de o disco ser essencialmente autoral, Maria Gadú se aventura em composições de outros artistas. A singela "Tudo Diferente", composição de André Carvalho (filho do baixista Dadi, que, por sua vez, toca em algumas faixas do disco, inclusive essa) é uma das melhores do álbum. Em tal canção, Maria Gadú - perdoem-me a comparação, mas ela é cabível - mostra um quê de Marisa Monte, na forma de cantar. E isso não é um elogio, nem uma crítica, mas, tão-somente, uma constatação.

A versão de "Ne Me Quitte Pas", de Jacques Brel, ficou bem diferente daquela que Maysa tornou imortal - pelo menos para nós, brasileiros. Agora, o clássico francês pegou um avião até Buenos Aires, e se encharcou no tango. Apesar de o arranjo um pouco previsível demais, Maria Gadú não imitou Maysa. Mostrou personalidade.

Como não poderia deixar de ser, o álbum tinha que ter, pelo menos, uma canção de um compositor "clássico" brasileiro. E o escolhido foi... Chico Buarque! Se o nome não poderia ter sido mais previsível, pela menos Maria Gadú acertou em cheio ao escolher "A História de Lily Braun" (com Lily grafada erroneamente no encarte, com dois l's), composição de Chico e Edu Lobo, presente na trilha sonora de "O Grande Circo Místico". O arranjo, jazzy, bluesy, ou seja lá o que for, ficou semelhante ao original. E, mesmo que a canção tenha sido praticamente esgotada nas gravações de Chico, Gal Costa e Leila Pinheiro, Maria Gadú prova que sempre é possível reinventar um clássico de forma original. O mesmo acontece com "Baba", aquela mesma da Kelly Key, que ganhou uma minimalista versão voz e violão, mas que, no fundo, soa deslocada no álbum.

Como dito, Maria Gadú, em seu álbum de estreia, mostrou uma ótima voz, boas canções e, principalmente, muita personalidade, principalmente pelo fato de ter arriscado um repertório essencialmente autoral. E isso não é pouca coisa. Que tenha vida longa!

Show no Posto 8

Postado por Hannaly Oliveira em seu blog http://www.hannalyoliveira.blogspot.com/






Pois eh.. fui convidada de ultima hora, nao deu pra avisar a voces dessa vez.

A paulistana, (com pinta da carioca) surpreendeu e arrepiou ontem no Posto 8 em Ipanema (RJ). De inicio achei que tinha dado um azar do caramba, quando cheguei e fui informada que nao havia mais ingressos. Mas como a esperanca eh a ultima que morre, decidi esperar pra ver no que dava.. no fundo sabia que quando ela comecasse a cantar iam liberar a entrada dos poucos 'sem ingresso' que nao desistiram de assistir Gadu.. A casa tava LOTADA(!!) e Maria Gadu simplesmente encantadora.. voz impecavel, com uma banda igualmente foda!

De "perninha de chines'' em cima de um banco, Gadu, timida e com uma inocencia de principiante no olhar, se emocionou ao ser aplaudida pela plateia logo apos cantar 'Ne me quitte pas'. Preciso confessar que to viciada na versao dela para A HISTORIA DE LILY BRAUN, do Chico. E nao achei em vao todo o alvoroco que estao fazendo por causa dela..

Com muito talento e bomgosto, deu a cara dela para 'Baba Baby' da Kelly Key e sei la... ela fez magica e a musica ficou boa! haha a original eh uma bosta, mas ela sabe muito bem o que ta fazendo!

A participacao do Leandro Leo nao podia ser mais divertida. Fiquei surpresa ao ver que alem de ator, ele canta, e mandou muito bem com a Maria em cima do palco. Bonita parceria!

Maria me ganhou logo nos primeiros acordes.. pra mim cantar bem eh o minimo.. isso eh a
obrigacao! Eu quero saber do artista, o q o inspira, o que existe por tras do que o povo fala! E tenho certeza que ela nao vai decepcionar quem ta acreditando ela desde agora, o inicio de tudo.

Quem vem acompanhando os ultimos posts tem visto como eu ando chateada com o rumo que a musica do nosso pais ta tomando, mas Maria me deu esperancas, e me reforcou a certeza de que ainda existe muita gente de talento nesse pais.. e nossa 'crise musical' tem salvacao! Se ela manter a cabeca no lugar, ninguem segura ela nao. O Brasil merece Maria Gadu! (Ao contrario de outras cantoras q nem deveriam ter a cara de pau de 'cantar'!)

Que bom poder falar com o Totonho!
Eu diria q foi um dia de
muitas emocoes proporcionadas por ele! hehehe, amo esse cara!

Fotos:
1- Maria Gadu
2- Maria e ao fundo Gastao Villeroy;
3- Gastao Villeroy;
4- Eu e Antonio Villeroy.

Conhecam;
www.myspace.com/mariagadu

*O pc que estou usando não é do Brasil, entao nao rola CEDILHA, nem ACENTOS, perdoem.

Beijones
Hannaly.

Maria Gadú no Happy Hour

Fanatismo não tem limite...gravado diretamente da TV!!!!


Entrevista




Altar Particular

Maria Gadú = Marisa Monte

A estreante Gadú, 22 anos, vem arrebanhando fãs entusiasmados na imprensa carioca, principalmente por seu carisma cênico. Mas ele não aparece no recém-lançado Maria Gadú.

Repleta de contracantos e “laialaês’’, a produção de Rodrigo Vidal mais evidenciou a impressionante semelhança vocal entre Gadú e Marisa Monte do que tentou detectar particularidades da artista que nascia.

Já que era para seguir os ensinamentos da veterana, os produtores poderiam ter aconselhado Gadú a não expor tão cedo seu repertório autoral, ainda um tanto imaturo. Marisa não soltou nenhuma canção de própria lavra até que estivesse estabelecida por seu maior trunfo: a voz.

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2611546.xml&template=3898.dwt&edition=12886&section=999

O Abre a rodinha

Os saraus na casa do compositor Antonio Villeroy são cada vez mais disputados por gente interessada em fazer e ouvir música

Por Karla Monteiro
Fotos de Marizilda Cruppe

Yamandu Costa, Marco Lobo e o anfitrião tocam na sala

Yamandu Costa, Marco Lobo e o anfitrião tocam na sala

Acontece em média uma vez por mês. A lista de habitués é longa: o escritor Francisco Bosco, a cantora Ana Carolina, o escritor e compositor Jorge Mautner, a novata Maria Gadú, o casal Maria Paula e João Suplicy, o virtuose Yamandu Costa, a poetisa Elisa Lucinda, entre outros artistas — principalmente músicos — de várias vertentes, como Paulinho Moska, Bebeto Alves, João Nabuco, Bena Lobo, Mombaça. Todo mundo que circula por ali escreve, canta, toca.

Os saraus do cantor e compositor gaúcho Antonio Villeroy são coisa fina.

O amplo apartamento fica no Alto Leblon. Das varandas, o Rio lá embaixo, deslumbrante, iluminado, lembrando que a cidade já teve essa tradição musical de portas abertas, gente talentosa reunida, como nos bons tempos da bossa nova, quando Nara Leão, Tom Jobim e Vinicius recebiam sua turma.

— Uma vez chegou aqui o Caetano.

Disse: “Vim de penetra na sua festa.” Respondi: “Penetre à vontade” — brinca Villeroy, imitando o sotaque malemolente do baiano. — Gosto de casa aberta. Mas agora estou tendo que deixar uma lista na portaria. Tem noite em que há mais de cem pessoas. Outro dia desci para comprar bebida, tipo 3h da manhã, e estava uma fila na rua.

Na noite de sábado dia 25 chegamos cedo, tipo dez da noite, à casa de Villeroy — ou Totonho, como é chamado pelos convivas. Na sala, além do piano, dos microfones e dos instrumentos já montados, a família: a matriarca, Heloiza Villeroy; os três filhos dela, Totonho, Carlos Eduardo e Gastão, que toca com Milton Nascimento; mais noras e netos. Até então, parecia tratar-se de uma reunião social comportada, para músicos sérios mostrarem seus trabalhos. Sotaque carregado e índole de anfitrião, Totonho logo esclareceu que sarau é uma tradição que ele trouxe lá de São Gabriel, cidadela dos pampas gaúchos. O pai, o advogado Gil Villeroy, curtia receber os cantores locais para milongas.

— Ainda bem pequeno, lembro de acordar de manhã e ver tudo montado: bateria, violões, microfones. Com 13, 14 anos, eu e meus irmãos começamos a tocar e também a fazer saraus. A nossa turma se misturou à do nosso pai — diz. — Desde que me mudei para o Rio, em 2000, faço reuniões. Novos amigos foram se agregando. E sempre surge gente de surpresa. Outro dia foi a Bebel Gilberto.

sarau_totonho2Depois da meia-noite, o apartamento assumiu outro tom. Ou tons. Com os músicos se revezando na rodinha — e a cerveja rolando —, a temperatura subiu. Em cada cômodo da casa uma história, um ritmo, uma toada. Tímida como ela só, Maria Gadú, que lançou seu primeiro disco no Vivo Rio, na semana passada, enfurnou-se num quarto, escoltada pelo amigo Toni Ferreira, um garoto de 24 anos, visual andrógino e timbre — cara também — de Cazuza. Entre um gole e outro, uma baforada e outra no cigarro, Gadú contou que começou a cantar na noite paulistana aos 13 anos e que desde que chegou ao Rio para passar o último réveillon, nunca mais conseguiu ir embora.

— Eu e o meu amigo primeiro ficamos na casa de outro amigo. Como a gente estava sem grana, ele falou vai ficando e a gente foi ficando. Um dia o Rafael Almeida, que é ator, me apresentou para o Jayme Monjardim, falou que eu cantava “Ne me quitte pas”. Ele estava fazendo a minissérie “Maysa”, casou — diz. — Na apresentação da minissérie para a imprensa, fiz um showzinho e um cara da Som Livre me chamou para gravar o disco. Foi indo, foi indo e aí, quando vi, estava morando aqui. Agora a minha mãe se injuriou com São Paulo e veio para cá também.

Enquanto Gadú conta sua história, Maria Paula se joga no sofá e seu marido, João, Suplicy puxa um Chico Buarque no violão. Em seguida, impulsionado por João Nabuco, que ficou absolutamente admirado com a semelhança, Toni Ferreira, o acompanhante da cantora paulistana, emenda um Cazuza. Acreditem: reencarnação.

Na sala, Yamandu, Totonho e seus irmãos, Gastão e Carlos Eduardo, arrasam com a levada sulista.

Coisa para aplaudir de pé. Yamandu resumiu muito bem o sarau do conterrâneo. Segundo ele, trata-se de um zoológico musical.

— O Totonho junta gente de várias vertentes, que nunca se bicam: músicos eruditos, músicos que já estouraram, músicos que querem estourar, figuras mais pops, gente jovem precisando de acesso — diz. — É muito difícil fazer isso, misturar tantas tendências. Esse tipo de coisa estava fazendo muita falta no cenário musical.

É básico para a formação de amizades e parcerias.

Os encontros, de fato, acontecem por ali. Em uma ocasião, a cantora e compositora italiana Chiara Civello apareceu, recomendada por Mauro Refosco, da banda de Bebel Gilberto. Curtiu tanto que virou parceira musical de Totonho e também de Ana Carolina. Outro que se apaixonou pela cena foi Jesse Harris, músico americano que emplacou hits na voz de Norah Jones. Depois de uma noite de sarau, ele e Totonho compuseram juntos e agora o disco de Harris vai sair pelo selo do amigo brasileiro, o Pic Music. Gadú já confirmou presença no próximo DVD de Ana Carolina. As costuras rolam, regadas a cerveja, vinho, vodca e brigadeiros.

— Acho que sou um dos mais assíduos frequentadores. Aqui fiz parcerias com o João Suplicy, com a Ana Carolina, com o Totonho Villeroy. O sarau é uma forma de compartilhar, de interagir, de encontrar os virtuoses, numa onda free — define Mombaça, um dos principais parceiros de Mart’nália.

— Hoje já existe um circuito de gente que faz saraus em casa. Eu tenho composições com o Totonho. O João Suplicy musicou um poema meu, que ouviu aqui.

São noites maravilhosas, com pessoas maravilhosas. Na última, terminamos eu, Paulinho Moska, Hamir Haddad, Selma Reis, Tunai e Totonho, todo mundo até de manhã — conta Elisa Lucinda.

Rádio Online Vamos Nessa

Maria Gadu lança CD no Tom Jazz


Chegou a vez dos paulistas curtirem o show de lançamento do cd da voz do momento, Maria Gadu.

Nesta última quinta-feira,6/08, a cantora paulistana, Maria Gadu, foi lançar o seu cd oficialmente no Tom Jazz em São Paulo. Composto de músicas inéditas como: Bela Flor, Shimbalaiê, Altar Particular, Dona Cila, Escudos, Laranja, Lounge e Tudo Diferente e também de regravações como a História de Lilly Braun, Linda Rosa e Ne Me Quitte Pas, o show teve seus ingressos esgotados quatro dias antes.

A jovem cantora, recém contratada pelo selo SLAP da gravadora Som Livre, contagiou a todos que a prestigiavam com a sua timidez e simpatia. Caracterizada por tocar sentada e de olhos fechados, Maria Gadu, surpreendeu dando um show na interpretação de Trem das Onze, dedicando a todos os paulistanos presentes.

Estavam presentes artistas como o cantor Wilson Simoninha, os atores Pedro Neschilig e Ícaro Silva, além de amigos, familiares e fãs, que crescem cada dia mais. A comunidade Maria Gadu no site de relacionamentos Orkut, teve um aumento de 700 membros em uma semana, depois da sua aparição no programa Som Brasil Paralamas de Sucesso.

Seu show na Varanda Vivo Rio, no Rio de Janeiro dia 30/07, já havia sido um sucesso e foi para São Paulo somente para esta confirmação.

Uma menina simples, tímida e muito talentosa surge na cena da MPB para mostrar a que veio ao mundo. Desejamos-lhes sucesso para essa linda carreira que se inicia e como já dizem os fãs: Maria Gadu, do Rio de Janeiro para o mundo!


Por Juliana - Equipe Vamos Nessa
http://www.vamosnessa.com.br/materia_texto.php?id=090808

MPB FM - 10 mais

Hoje, 08/08/2009, Maria Gadú está na primeira posição com Tudo Diferente
Segue o Print


http://www.mpbfm.com.br/as10mais.asp

O Globo - Prêmio Multishow 2009

Matéria e promoção sobre a mudança no cenário musical brasileiro.

Vídeo de Marcelo D2, Roberta Sá, Maria Gadú e Nina Becker

Vídeo no fim da matéria.

Publicada em 05/08/2009 às 08:43 por Ricardo Calazans.


http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/08/04/promocao-cultural-dara-leitor-do-globo-chance-de-assistir-ao-premio-multishow-757103140.asp

Crítica - Antonio Carlos Miguel

http://oglobo.globo.com/blogs/antonio/posts/2009/07/31/confirmacao-de-maria-gadu-209971.asp

MPB FM promove Maria Gadu "Na Varanda"

Com promoção da Rádio MPB FM (90,3 MHz - Rio de Janeiro/RJ), o projeto "Na Varanda" apresentará nesta semana, no Vivo Rio, a jovem cantora e compositora Maria Gadu (foto).


A artista está lançando seu primeiro álbum, homônimo, pelo selo SLAP (Som Livre Apresenta). Marcado para a próxima quinta-feira (30/07), o espetáculo contará com as participações de Leila Pinheiro e Oswaldo Cavalo.

E será realizado, como o nome do projeto indica, na própria varanda da casa de espetáculos carioca, um espaço com 1800 m2, capacidade para 1000 pessoas e localizado em frente aos Jardins de Burle Marx.

Maria Gadu é paulistana, tem 22 anos e recentemente fez uma pequena aparição na minissérie global "Maysa", participação que acabou chamando a atenção de executivos da Som Livre.

Seu álbum de estreia traz as canções autorais "Shimbalaiê", "Bela Flor" e "Dona Cila", além de releituras de "A História de Lily Braun" (Chico Buarque e Edu Lobo) e "Baba Baby" (sucesso de Kelly Key).

Por: Fausto Silva

http://www.radioagencia.com.br/noticia.php?noticia=28313&categoria=20

Crítica - Ricardo Calazans

http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/07/24/promessa-de-renovacao-na-mpb-maria-gadu-grava-baba-de-kelly-key-no-cd-de-estreia-756958229.asp

Crítica - Gustavo Leitão

http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/05/22/conheca-maria-gadu-cantora-que-caiu-nas-gracas-de-milton-nascimento-caetano-veloso-755985716.asp

Maria Gadú na Rádio

http://oglobo.globo.com/blogs/mpb/posts/2009/05/07/maria-gadu-na-radio-183876.asp

Larissa Maciel encontra professora de violão em evento

Atriz confraternizou com a cantora Maria Gadu, que a ajudou na época da minissérie Maysa

Do EGO, no Rio


Renata Rocha Miranda/ Divulgação / TV Globo

O lançamento da minissérie “Maysa – Quando fala o coração”, em DVD, na segunda-feira, 5, proporcionou o encontro de várias estrelas e também de duas amigas: Larissa Maciel e Maria Gadu, que deu aula de violão para a atriz durante a preparação para o trabalho na TV. Durante o encontro, Maria aproveitou para contar à Larissa que depois da empreitada como professora, voltará ao trabalho como cantora e lança CD em junho.

Dado Dolabella prestigia Maria Gadu

Rafaela Mandelli também esteve no show da cantora

Do EGO, no Rio

Divulgação  /Divulgação

Cantora nova no casting da gravadora Som Livre, Maria Gadu recebeu a visita da atriz Rafaela Mandelli e do ator Dado Dolabella no camarim de seu show nesta terça, 17


http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1008095-9798,00-DADO+DOLABELLA+PRESTIGIA+MARIA+GADU.html

Release

Tudo está acontecendo muito rápido na vida da paulistana de 22 anos Maria Gadú. Em menos de cinco meses chegou ao Rio, fechou contrato com a Som Livre para o lançamento do disco de estréia e atraiu à sua temporada no Cinemathèque ninguém menos que Caetano Veloso e Milton Nascimento, além de uma penca de outros artistas, críticos musicais, cineastas, atrizes, descolados e músicos.
O público em geral compartilha o mesmo sentimento. Está diante de uma cantora e compositora de verdade, presenciando o nascimento de um novo talento, não conseguem compará-la a nada. Maria é diferente de tudo o que já viram.
Quando Gadú sobe ao palco, qualquer desavisado pode achar que ela faz parte de uma nova onda rock´n´roll, meio punk, meio indie. Ousada, ela parece mesmo que vai chegar na marra, cheia de atitude; mas basta abrir a boca, para a cantora mostrar suavidade em forma de MPB, com tudo muito próprio: letra, música e voz. Este contraste surpreende e seduz. Talvez isso explique um pouco Maria Gadú. Mas ninguém quer saber de entender. Melhor prestar atenção e deixar acontecer.

Via SLAP

Agenda

JANEIRO

14 - Bar Opinião às 23h - Porto Alegre/RS

15 - Scooba às 22h - Imbé/RS

19 - Circo Voador às 23h - Rio de Janeiro/RJ
*Participação no DVD do Ao Vivo do Eagle-Eye Cherry

22 - Circo Voador às 23h - Rio de Janeiro/RJ

30 - Espaço Cultural Veja Rio - Palco Claro, Praça Santos Dumont às 22h - Búzios/RJ

FEVEREIRO

03 - Vivo Rio às 21h - Rio de Janeiro/RJ

07 - Praia Brava às 17h - Florianópolis/SC

MARÇO

19 - HSBC às 23h - são Paulo/SP


*Maiores informações: Acesse aqui a comunidade do FCO Bela Flor no Orkut*

Mural

Agradecimentos

Jú, pela motagem da imagem do cabeçalho.

Ana, por ter filmado a música mais linda do mundo e por filmar a Maria diretamente da TV rsrsrs.

Maria Gadú, por ser tão fofa...por um monte de coisas que é impossível listar...enfim...por existir!!!

Renata Donec, por ser tão atenciosa e adorar as nossas idéias...rsrsrs

Contato

E-mail: fco.belaflor@gmail.com

Orkut: Perfil , Comunidade

Twitter: Siga-nos

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