Maria Gadú em SSA
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Voz nova para a MPB
09/11/2009 por estudiope
Boas influências, perspicácia e muito talento: eis Maria Gadú.
Para quem já na infância trazia os clássicos de Chopin ao piano de cauda, ter o primeiro CD gravado aos 22 anos pode parecer tardio. Compor, desde cedo, não era também uma tarefa difícil: aos 10 anos unia letra, música e melodia como um adulto. Uma artista precoce, de fato, mas só no que diz respeito à cronologia das coisas. O novo talento da MPB, Maria Gadú, obteve desataque no cenário nacional ao participar da minissérie Maysa, Quando Fala o Coração, exibida em janeiro deste ano pela Rede Globo.
Influenciada por nomes como Adoniran Barbosa, Marisa Monte e Chico Buarque, a paulista traz 13 faixas em seu disco de estreia, das quais nove são autorais. Entre essas composições, que segundo ela “vêm de repente”, está a música Bela Flor, letra doce com uma melodia singela, feita para duas garotas gêmeas. Gadú consegue sempre transparecer sensibilidade, em Shimbalaiê (primeira música composta pela cantora) ou na canção Dona Cila, na qual ela faz um comovente tributo à avó já falecida.
Se autodefinindo como uma cantora da pura MPB (nem elitista e nem popular demais), Maria transita pelo lindo samba de Altar Particular – possivelmente a composição mais profunda e, diga-se de passagem, bonita do álbum-, que teve a participação deveras enriquecedora do violonista Nicolas Krassik, perpassa por levadas cheias de swing como Laranja – dividindo os vocais com Leandro Léo nessa faixa – e chega à neobossa de Lounge.
Com um tom mais bucólico destaca-se Linda Rosa, composta por Gugu Peixoto e Luiz Kiari. Já no âmbito dos “hits radiofônicos”, Tudo Diferente, assinada por André Carvalho, encaixa-se bem e é delicada.
Em uma mistura de rouquidão e doçura, a voz de Maria Gadú soou maravilhosamente agradável na interpretação ritmada de Ne me Quitte Pas, do belga Jacques Brel e contou A História de Lily Braun (Chico Buarque e Edu Lobo) com a pegada de quatro tempos do blues.
O disco termina de um jeito no mínimo peculiar: Gadú ousou recriar Baba, o hit da cantora pop Kelly Key. O resultado ficou curioso e não deixou de ter qualidade musical, porém destoa se comparado ao nível do repertório exibido ao longo do álbum.
Muita expectativa e investimento depois, Maria Gadú acertou, é um nome, que, sem dúvida, está em ascensão e se perpetuará na Música Popular Brasileira.
Postado por Ju Bombom às 07:01 0 comentários
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Maria Gadu rejeita o rótulo de gostosa, diz jornal

Segundo a publicação, a cantora se surpreendeu quando foi chamada assim durante um show na boate carioca "Nuth". "Eu? Magrela desse jeito? Gostosa é a Juliana Paes!", protestou ela.
Fonte: Quem online
Postado por Ju Bombom às 11:49 0 comentários
Entrevista Joven Pan Oline
Boa tarde galera!
Para quem ainda não viu, a Maria Gadú deu uma entrevista para o site da Joven Pan Online no mês de setembro.
Veja o vídeo
http://mais.uol.com.br/view/85r7d735pwrw/entrevista-com-maria-gadu-novo-talento-da-mpb-04023470D8993366?types=A&
Beijos!
Postado por Ju Bombom às 09:19 0 comentários
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Nuth - 04/11/09
Fila gigantesca na entrada da Nuth em uma quarta-feira!? Pois é, show da Maria Gadú!
O show estava marcado para começar às 23:30h mas, começou as 0h. Casa lotada. A cantora é anunciada e de repente surge em meio a gritos histéricos.
Correu tudo certo como sempre. Energia boa e galera animada. Gadú, cantando descalça e acompanhada por um novo baixista e bateirista.
Conversando depois do show com uma pessoa que trabalha na casa, fiquei sabendo que o esperado eram umas 400,450 pessoas e foram recebidas mais de 800. Imaginem!
É isso aí.
Vamos que vamos. Encantando, colorindo e fazendo bem.
Por Dani Wachsmuth.
Postado por Ju Bombom às 09:21 0 comentários
Depoimentos de uma fã
Quem, assim como eu, freqüenta shows há algum tempo, com certeza vem observando que o público é cada vez maior e, as vozes que acompanham a cantora são cada vez mais fortes e unidas. Por várias vezes, a cantora se emociona em ver e ouvir a emoção que suas músicas derramam sobre seu público.
Para nós, fãs, é uma alegria ver a nossa bela flor mór, conquistar cada vez mais gente e, ainda assim, ser a pessoa simples e humilde que é.
Parabéns, Má!
Estamos muito felizes com o seu sucesso. Consideramos ele, um pouquinho nosso também.
Por Dani Wachsmuth.
Postado por Ju Bombom às 10:02 0 comentários