Drica Moraes e Dalla Vecchia em campanha por jovens carentes

Quem não se lembra daquela pulseirinha amarela lançada pelo ciclista Lance Armstrong, que se transformou em um fenômeno mundial na luta contra o câncer, com mais de oito milhões de adeptos? Inspirados nessa açãol, o “Education For Life”- projeto de responsabilidade social da Intercoiffure Mundial, criou sua própria pulseira para arrecadar fundo para o projeto cujo objetivo é dar formação profissional na área de beleza a jovens carentes e encaminhá-los no mercado de trabalho. Carmo Dalla Vecchia, Drica Moraes e a cantora Maria Gadu conheceram a ideia através do cabeleireiro Ricardo Moreno e abraçaram a causa na mesma hora. Fofo, não?

Drica e Moreno: juntos na campanha para levar profissionalização para jovens carentes


Maria Gadu e Carmo Dalla Vecchia também aderiram

Fonte: site EGO


Maria Gadú em SSA



Voz nova para a MPB

09/11/2009 por estudiope

Boas influências, perspicácia e muito talento: eis Maria Gadú.

Para quem já na infância trazia os clássicos de Chopin ao piano de cauda, ter o primeiro CD gravado aos 22 anos pode parecer tardio. Compor, desde cedo, não era também uma tarefa difícil: aos 10 anos unia letra, música e melodia como um adulto. Uma artista precoce, de fato, mas só no que diz respeito à cronologia das coisas. O novo talento da MPB, Maria Gadú, obteve desataque no cenário nacional ao participar da minissérie Maysa, Quando Fala o Coração, exibida em janeiro deste ano pela Rede Globo.

Influenciada por nomes como Adoniran Barbosa, Marisa Monte e Chico Buarque, a paulista traz 13 faixas em seu disco de estreia, das quais nove são autorais. Entre essas composições, que segundo ela “vêm de repente”, está a música Bela Flor, letra doce com uma melodia singela, feita para duas garotas gêmeas. Gadú consegue sempre transparecer sensibilidade, em Shimbalaiê (primeira música composta pela cantora) ou na canção Dona Cila, na qual ela faz um comovente tributo à avó já falecida.

Se autodefinindo como uma cantora da pura MPB (nem elitista e nem popular demais), Maria transita pelo lindo samba de Altar Particular – possivelmente a composição mais profunda e, diga-se de passagem, bonita do álbum-, que teve a participação deveras enriquecedora do violonista Nicolas Krassik, perpassa por levadas cheias de swing como Laranja – dividindo os vocais com Leandro Léo nessa faixa – e chega à neobossa de Lounge.

Com um tom mais bucólico destaca-se Linda Rosa, composta por Gugu Peixoto e Luiz Kiari. Já no âmbito dos “hits radiofônicos”, Tudo Diferente, assinada por André Carvalho, encaixa-se bem e é delicada.

Em uma mistura de rouquidão e doçura, a voz de Maria Gadú soou maravilhosamente agradável na interpretação ritmada de Ne me Quitte Pas, do belga Jacques Brel e contou A História de Lily Braun (Chico Buarque e Edu Lobo) com a pegada de quatro tempos do blues.

O disco termina de um jeito no mínimo peculiar: Gadú ousou recriar Baba, o hit da cantora pop Kelly Key. O resultado ficou curioso e não deixou de ter qualidade musical, porém destoa se comparado ao nível do repertório exibido ao longo do álbum.

Muita expectativa e investimento depois, Maria Gadú acertou, é um nome, que, sem dúvida, está em ascensão e se perpetuará na Música Popular Brasileira.



Release

Tudo está acontecendo muito rápido na vida da paulistana de 22 anos Maria Gadú. Em menos de cinco meses chegou ao Rio, fechou contrato com a Som Livre para o lançamento do disco de estréia e atraiu à sua temporada no Cinemathèque ninguém menos que Caetano Veloso e Milton Nascimento, além de uma penca de outros artistas, críticos musicais, cineastas, atrizes, descolados e músicos.
O público em geral compartilha o mesmo sentimento. Está diante de uma cantora e compositora de verdade, presenciando o nascimento de um novo talento, não conseguem compará-la a nada. Maria é diferente de tudo o que já viram.
Quando Gadú sobe ao palco, qualquer desavisado pode achar que ela faz parte de uma nova onda rock´n´roll, meio punk, meio indie. Ousada, ela parece mesmo que vai chegar na marra, cheia de atitude; mas basta abrir a boca, para a cantora mostrar suavidade em forma de MPB, com tudo muito próprio: letra, música e voz. Este contraste surpreende e seduz. Talvez isso explique um pouco Maria Gadú. Mas ninguém quer saber de entender. Melhor prestar atenção e deixar acontecer.

Via SLAP
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MARÇO

19 - HSBC às 23h - são Paulo/SP


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Mural

Agradecimentos

Jú, pela motagem da imagem do cabeçalho.

Ana, por ter filmado a música mais linda do mundo e por filmar a Maria diretamente da TV rsrsrs.

Maria Gadú, por ser tão fofa...por um monte de coisas que é impossível listar...enfim...por existir!!!

Renata Donec, por ser tão atenciosa e adorar as nossas idéias...rsrsrs

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